Programa de pesquisadores visitantes da Berkeley Law recebe inscrições até sexta (3/7)
Os magistrados e magistradas interessados em participar do Berkeley Law Visiting Scholars Program, da Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia (Berkeley Law), têm até esta sexta-feira (3/7) para se inscrever no processo seletivo. O programa tem o objetivo de ampliar conexões internacionais e promover a persidade intelectual e cultural na instituição.
A primeira etapa da seleção será conduzida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), responsável pela indicação institucional dos participantes. Caberá à universidade norte-americana a aprovação final.
O programa terá início em 2027 e poderá ser realizado em seis meses ou um ano, com início em janeiro ou agosto. O CNJ selecionará, anualmente, dois magistrados ou magistradas, que estejam em atividade no Poder Judiciário brasileiro.
Para concorrer às vagas, o candidato deve possuir título de doutorado há, pelo menos, cinco anos da data prevista para início da participação no programa, e deve apresentar produção acadêmica, experiência institucional ou projeto de pesquisa compatível com os objetivos do programa.
Além de ter domínio da língua inglesa, o candidato ou candidata deve apresentar proposta de pesquisa ou plano de estudos relacionado a temas como atividades jurisdicionais, inovação, acesso à justiça, direitos fundamentais, transformação digital, inteligência artificial aplicada ao Judiciário, tudo em inglês.
Acesse o edital e faça sua inscrição.
O resultado da seleção do CNJ será pulgado em 10 de julho.
Programa
Criado na década de 1970 a partir da visita de um grupo de juízes e promotores sul-coreanos, o Visiting Scholars Program da Berkeley Law tem o objetivo de ampliar conexões internacionais e promover a persidade intelectual e cultural. Por meio da iniciativa, acadêmicos, professores e profissionais do Direito de todo o mundo utilizam os recursos de pesquisa da faculdade para o desenvolvimento de projetos independentes.
A parceria do CNJ com a universidade permitirá que magistradas e magistrados brasileiros compartilhem experiências e inovações, além de viabilizar o intercâmbio e a colaboração com profissionais do meio jurídico global.
Texto: Ana Luíza Badu e Lenir Camimura
Edição: Waleiska Fernandes
Agência CNJ de Notícias
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